Maria João e Carlos

Pela manhã, deixei para trás Valença e lá fui com vista a avistar Viana, uma cidade que a todos, os de casa, nos tem atracados e aonde, quer o destino, sempre voltamos… O Carlos e a Maria João estavam à minha espera para palmilharmos ruas que conhecem bem, ruas de passagem, outras… palco de paragens e acontecimentos, mas antes bebericou-se um café no mui conhecido Zé Natário. Do sol vinha um calor morno, perfeito para, numa esplanada, soltar os ponteiros do relógio e o tempo fazer desandar, de um outro lado a cidade resmungava num ronco de centenas, quem sabe, milhares de motas que a tinham tomado. Levantámo-nos dali, e fomos indo, com o sorriso da João a largar rastro…

Em cada canto, Viana cheira-lhes a outrora e tem travo de saudade, em cada banco um parênteses longo, mudo e surdo… simplesmente selado com um olhar ou um sorriso mais “metido para dentro”. Para Lisboa levam Viana, no jeito e trejeitos de ser, assim os conhecem por lá, assim os distinguem e adivinham quando ouvem este linguajar  que não se cuida de espartilhos. Envio-vos as minhas fotos, para Lisboa, de Viana…

Até sempre!

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